São 00:50 minutos do dia 16 de março de 2011, inicio hoje um novo ciclo em minha vida. Vou chama-lo de ciclo da busca pela melhor versão de mim mesma. Li em uma reportagem daquelas de revista feminina algo que me fez pensar o quanto é importante a busca pelo melhor de si e descobrir o verdadeiro sentido de nossa existência. Não preciso nem dizer que isso aconteceu em um daqueles momentos em que nos encontramos na chamada “crise existencial”. Eu tinha programado uma vida de esposa perfeita, com uma família perfeita tipo: papai, mamãe e filhinhos. Estou com 31 anos e ao longo da minha vida, metade teoricamente já vivida, enfrentei experiências que me afastaram do sucesso deste projeto. Em contrapartida, sempre briguei com meu lado “Amélia” e tentei me convencer que teria que me preocupar primeiro em ser uma profissional bem sucedida. Mas na ânsia pela felicidade não deixei que a razão vencesse meu coração e tenho buscado a realização pessoal na felicidade conjugal. Entretanto, com este comportamento encontro-me hoje aqui no aeroporto aguardando o momento de recomeçar minha vida após mais uma experiência fracassada de ser feliz no amor. Divórcio. Deveria se chamar negócio jurídico entre partes que não cumpriram obrigações de fazer. Obrigação de amar, perdoar, compreender, apoiar, cuidar, respeitar, ouvir, compartilhar, ser carinhoso, ser prestativo, ser fiel, dar segurança, etc. Contudo, o que importa é que aprendemos em cada vez que erramos em nossas escolhas. As pessoas só podem dar o que têm e se não têm sensibilidade, como poderão estar sensível às necessidades da pessoa ao seu lado* Se bem que o “estar feliz”, JAMAIS deve depender de outra pessoa. Muito bem, isso já ouvi muitas vezes em minha vidinha atrapalhada. O que gostaria de saber é: como não colocar nossa felicidade nas mãos de alguém que amamos loucamente, para quem entregamos nossa confiança e que só de olhar para gente nos sentimos poderosas, que só com um beijo nos faz flutuar e quando nos diz “meu amor você é minha rainha” faz nosso orgulho palpitar no peito ou até nas horas de carinho nos tira lágrimas nos olhos de emoção* Como não nos sentir dependentes desta rotina de sensações agradáveis ao corpo e a alma* Bem já são 03:58 da manhã e estou em pleno vôo, aonde quero chegar* Além da cidade de Guaçuí, minha terrinha natal, é claro! Quero encontrar respostas as perguntas que tenho feito nestes 31 anos. Quero me encontrar, me tornar a melhor versão de mim mesma! Ou seja, me tornar uma mulher melhor!!! Caras leitoras, nessa busca incansável preciso da ajuda de vocês. Mandem sugestões, experiências e tudo que poderá me ajudar ok*** Vamos crescer juntas e desvendar o segredo para ser cada dia a melhor versão de nós mesmas!
Bjos e até a próxima...
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